|
Pesquisar este blog
quinta-feira, 28 de novembro de 2019
Seu gatinho arrasta o bumbum no chão? Pode ser problema nas glândulas adanais
quinta-feira, 14 de novembro de 2019
Novembro azul: como prevenir e identificar o câncer de próstata nos bichinhos
A campanha Novembro Azul alerta sobre os perigos do câncer de próstata nos homens, mas é importante também para a prevenção do problema nos pets. Assim como nos humanos, a idade avançada é o principal fator de risco. “Por isso, as medidas preventivas são fundamentais para os cães e gatos, que envelhecem mais rápido que os homens. A doença costuma aparecer com mais frequência em bichinhos com idade acima de seis anos”, afirma a veterinária Karina Mussolino, gerente do setor de clínicas da Petz.
Ela explica que a castração é o procedimento mais eficiente para evitar o surgimento do câncer em pets e que pode diminuir a incidência do problema em até 90%. “O processo, quando feito nos bichinhos ainda pequenos, impede a produção excessiva de hormônios. Com isso, não ocorre o desenvolvimento do tecido prostático, evitando assim o crescimento da próstata e a formação de tumores (próstata e testículo)”, esclarece a veterinária da Petz.
Mas a melhor forma de prevenção é o check-up regular dos pets, seja para orientar sobre a realização da castração ou para o diagnóstico precoce da doença. “O toque retal do pet durante o exame físico, geralmente, já é o suficiente para detectar a presença do problema; que é confirmado pela realização de um ultrassom mais específico”, orienta a Dra. Karina. Portanto, antes mesmo que apareçam os sinais é fundamental fazer as visitas de rotina ao veterinário e manter avaliações, exames e vacinas em dia.
Os principais sinais da doença
1 - O aumento da quantidade de vezes que o pet faz xixi, com gotejamento;
2 - Presença de pus ou sangue na urina;
3 - Dor;
4 - Constipação;
5 - Perda de peso;
6 - Apatia;
7 - Dificuldade para defecar, urinar ou andar.
* Quer adotar um gatinho? Confira os que estão prontinhos para alegrar a sua vida em www.mundogato.org.br
quinta-feira, 31 de outubro de 2019
Conheça os 5 erros mais comuns dos tutores no cuidado com os felinos
Quem tem gato sabe: é preciso ter dedicação e atenção permanente com a saúde e o bem-estar dos bichanos. Mas o que muita gente não sabe é que existem alguns erros que são recorrentes e podem fazer muita diferença na qualidade de vida dos felinos.A PremieRpet® destacou os cinco erros mais comuns dos tutores atualmente, que também podem ser conferidos aqui neste link do Youtube. - Não escovar o peloOs gatos se lambem diariamente, seguindo seu hábito natural de limpeza. Nesse processo, eles podem ingerir grandes quantidades de pelo que causam vômitos e, com o acúmulo, podem até obstruir o trato digestório. Para auxiliar e prevenir as bolas de pelo, é importante escovar os gatos de pelos curtos (semanalmente) e longos (diariamente), além de oferecer uma alimentação formulada para estimular o trato digestório e ajudar na eliminação das bolas de pelo. Uma pelagem bonita é sinal de bons cuidados e boa saúde! - Não castrarA castração traz muitos benefícios para a vida do pet. Ela aumenta a expectativa de vida do animal, elimina os cios e a reprodução indesejada, reduz a probabilidade de doenças no sistema reprodutor e ainda torna o comportamento do felino mais amistoso com outros pets e humanos. Um ponto que merece atenção especial após a castração é a alimentação dos gatos. Uma nutrição completa e balanceada torna-se ainda mais importante. Com a castração, os bichanos podem parecer mais preguiçosos, por isso é muito importante a alimentação adequada para evitar que ganhem peso. Consulte sempre um médico veterinário para saber qual o momento certo de castrar! - Deixar que ele saiaAs famosas “saidinhas” são um verdadeiro perigo para a saúde e bem-estar dos gatos. Ao ter contato com outros animais, o pet pode contrair várias doenças, brigar, não achar o caminho de volta para casa e, no caso das fêmeas não castradas, engravidar. Uma boa opção para os tutores é investir em um enriquecimento ambiental com arranhadores e brinquedos, por exemplo, para deixar o local cada vez mais interessante. Não se esqueça que o lugar mais seguro para o seu amigo é o lar e a castração é uma atitude de cuidado. - Caixa de areia próxima ao pote de comida Gatos são animais extremamente limpos! Por isso, deixar a comida próxima à caixinha de areia é algo que pode impedi-lo de se alimentar da forma correta, ou impedi-lo de usar a caixinha de areia. O ideal é sempre mantê-los em ambientes separados. - Usar potes de água muito pequenos Não é nenhum segredo que é extremamente necessário consumir bastante água, não é mesmo? Para os felinos isso é ainda mais importante! Por não terem o costume de beber água ao longo do dia, os gatos são predispostos à doenças no trato urinário. Por isso, os potes de água precisam ser largos. A largura impede que o bigode sensível dos bichanos encoste nas bordas, causando incômodo ou impedindo o contato com a água. Incrementar a dieta dos pets com alimentos úmidos além do alimento seco também é uma boa opção para ajudar na ingestão de água diariamente. Mas lembre-se: é indicado consultar um médico veterinário para saber a quantidade ideal de alimento. * Quer adotar um gatinho? Você confere os que estão disponíveis em www.mundogato.org.br | |
quinta-feira, 17 de outubro de 2019
Gatinho ou cãozinho obeso? A alimentação inadequada normalmente é a causa
A incidência do problema é mundial. Para se ter uma ideia, estudos recentes nos Estados Unidos, Europa, Japão e China mostram prevalência de 24% a 60% de cães e gatos em sobrepeso ou obesos. No Brasil os dados são escassos, mas um estudo recente na cidade de São Paulo indica que 40,5% dos cães têm sobrepeso ou obesidade, um dado alarmante. Animais nessas situações necessitam de tratamento orientado e acompanhamento de um médico veterinário.
Para prevenir a obesidade é importante estar alerta às causas que levam à doença. De acordo com o médico veterinário Flavio Silva, supervisor de capacitação técnico-científica da PremieRpet®, os cuidados com a escolha do alimento e o manejo são pontos fundamentais para prevenir e combater o excesso de peso, por isso devem ser tratados como prioridade pelos tutores de cães e gatos.
“O excesso de petiscos e a “humanização” da alimentação são fatores recorrentes nos dias de hoje. É importante lembrar que cães e gatos não escolhem o que comer ou quantas vezes devem se alimentar, portanto, cabe ao tutor zelar pela alimentação adequada”, diz.
Confira abaixo as principais causas da obesidade:
| Transferência de hábitos | Pessoas com hábitos alimentares inadequados tendem a transferir isso ao pet. |
| Excesso de petiscos | Os "extras" não devem superar 10% da quantidade calórica diária. |
| Comida caseira | Não oferecer comida caseira sem orientação especializada |
| Ração em quantidade exagerada | Importante seguir a recomendação do médico veterinário ou de consumo diário indicada na embalagem do alimento. |
| Humanização | Animais e humanos têm necessidades alimentares diferentes e isso deve ser respeitado. |
| Sedentarismo | Seguir recomendações do médico veterinário ao promover atividade física diária com passeios ou brincadeiras. |
| Idade | Cães com idade mais avançada e gatos adultos jovens são mais suscetíveis. |
| Sexo | Estudos apontam que as fêmeas têm mais predisposição ao ganho de peso. Redobre a atenção. |
| Castração | A obesidade é mais frequente em animais castrados. |
| Predisposição genética | Há raças mais suscetíveis, como Labrador, Beagle, Basset hound, Dachshund, Cocker etc |
| Distúrbios de comportamento | Ansiedade por causas diversas (como solidão) pode causar um apetite voraz. Os animais precisam de atividade para manter sua saúde física e mental. |
| Doenças hormonais | Hipotireoidismo e hiperadrenocorticismo podem levar entre outros problemas à obesidade, e uma vez diagnosticados devem ser tratados |
Segundo o médico veterinário, é importante fazer uma avaliação nutricional completa do pet. Estudos atuais determinaram que essa prática deve se tornar rotina, pois é considerada o quinto sinal vital dos animais, ou seja, é tão importante como parâmetro de saúde do animal quanto a temperatura, frequência cardíaca e respiratória. “Somente a partir desta avaliação é que será possível indicar qual o alimento ideal de acordo com as condições clínicas do animal”, finaliza Silva.
* Quer adotar um gatinho para chamar de seu? Confira os que buscam uma família em www.mundogato.org.br
quinta-feira, 26 de setembro de 2019
7 curiosidades sobre gatos
Você que tem gatinhos já consegue perceber o quão incríveis são estes seres, não é verdade? Mas talvez não conheça alguns fatos interessantes sobre estes pequenos felinos que vamos citar agora. Preparado?
1) Em termos de desenvolvimento, o primeiro ano da vida de um gatinho é equivalente aos 15 primeiros anos da vida de um ser humano.
2) Os gatos podem girar suas orelhas em 180 graus. Uau!
3) Gatos costumam ouvir cinco vezes mais do que humanos. Cuidado com o barulho!
4) Gatos domésticos costumam passar cerca de 70% de suas vidas dormindo.
5) Gatos têm 5 dedinhos nas patas da frente, mas apenas 4 nas patas traseiras.
6) Muitas pessoas acreditam que se você sonha com um gato branco, trata-se de um sinal de sorte (a gente acredita que sonhar com qualquer gatinho, independente da cor, é um sinal de sorte e aconchego, não acha?)
7) Os "miaus" que os gatos falam não fazem parte de sua linguagem original. Eles foram desenvolvidos para a comunicação dos bichinhos com os humanos. Espertos, hein?
Fonte: site da Purina
*Quer adotar um gatinho? Veja os que estão disponíveis em www.mundogato.org.br
- Meows are not innate cat language—they developed them to communicate with humans!
quinta-feira, 5 de setembro de 2019
Entenda a importância da vermifugar seu gatinho
Embora muitos tutores não deem a devida atenção à vermifugação de seus gatinhos e cães, esse cuidado com os animais de estimação é muito importante para que não fiquem vulneráveis à exposição aos parasitas gastrointestinais e também para evitar a transmissão desses parasitas aos tutores. Sabe-se que a relação entre pet e tutor é bastante estreita, e essa proximidade pode possibilitar a transmissão de verminoses dos animais para seus tutores, quando os pets não estão devidamente vermifugados.
Os parasitas são organismos que infectam outros seres vivos para retirar desses os meios para a sua sobrevivência como nutrientes da alimentação ou sangue do animal. O contato e a infestação por diferentes espécies de vermes de cães e gatos podem ocorrer em várias situações, como por exemplo, durante os passeios, quando os animais entram em contato com água, comida e fezes contaminadas por ovos ou larvas dos parasitas. Também pode ocorrer de outras formas, como por meio da picada de mosquito que alberga a larva do parasita, pela ingestão de pulgas contaminadas, e até mesmo pela transmissão placentária ou pelo leite durante a amamentação, quando a mãe está infectada.
De acordo com a Coordenadora de Desenvolvimento de Produtos Pet da Vetnil, Dra. Carla Coiro, os sinais clínicos podem variar de acordo com o parasita, porém um dos primeiros sintomas é a presença de diarreia com odor forte e perda de peso. Em alguns casos, pode haver a presença de sangue nas fezes, e essa perda de sangue pode resultar em quadros graves de anemia. A presença de abdômen volumoso, cansaço excessivo ou indisposição, perda de brilho nos pelos, que ficam opacos e quebradiços, também fazem parte dos sinais mais comuns. “Se alguns desses quadros forem identificados no seu cão ou gato, deve-se procurar atendimento veterinário o quanto antes para minimizar os riscos à saúde do seu pet”, afirma.
É fundamental instituir um calendário de vermifugação preventiva junto ao médico veterinário. Em geral, a primeira vermifugação é realizada com quatro semanas de vida e normalmente os protocolos instaurados envolvem a administração de duas a três vezes ao ano do vermífugo, dependendo do estilo de vida e dos locais, em que o animal é exposto, repetindo sempre a dose inicial após 15 dias. Nas fêmeas em reprodução, o indicado é realizar a vermifugação 10 dias antes do parto e três a quatro semanas pós-parto”, complementa Dra. Carla.
“Escolher, junto ao médico veterinário, um vermífugo de amplo espectro, impedirá a infestação e as possíveis reinfestações em várias situações, protegendo e conferindo a saúde e o bem-estar do pet”, orienta ainda Dra. Carla Coiro.
*Quer adotar um gatinho? Confira os que estão disponíveis para alegrar seu dia em www.mundogato.org.br
quinta-feira, 22 de agosto de 2019
Entenda os riscos à saúde trazidos por pulgas e carrapatos
Se
você tem pet em casa, com certeza já deve ter se preocupado com a infestação de
pulgas e carrapatos. Embora muita gente acredite que esses parasitas não são
comuns na cidade, não é raro encontrar pets que vivem em ambientes urbanos com
alergias ou outros problemas de saúde relacionados a eles. O problema pode,
inclusive, afetar aqueles que dividem a casa com os animais.
Segundo
Marcio Barboza, gerente técnico Pet MSD Saúde Animal, cães têm mais chance de
serem afetados por parasitas externos por passarem mais tempo fora de casa, em
espaços públicos e interagindo com outros animais. Entretanto os gatos também
podem sofrer com o problema, mesmo aqueles que não são criados livremente. Isso
porque, principalmente as pulgas, podem entrar na casa pela roupa do tutor,
enquanto os carrapatos podem escalar as paredes do imóvel, infestando o
ambiente.
O
ciclo de vida dos parasitas acaba dificultando o controle das infestações. A
pulga, por exemplo, tem quatro estágios de desenvolvimento – ovo, larva, pupa e
adulta –, sendo que apenas o último deles infesta o animal, o que costuma
representar 5% dos parasitas se considerarmos o que está presente no animal e
no ambiente. Nos outros estágios, as pulgas permanecem em locais ao redor do
pet, como casinha, tapetes e móveis da casa, tornando muitas vezes ineficazes
tratamentos de curta duração.
Por
isso, tratamentos de longa duração são mais eficazes na proteção do seu pet. Só
para se ter uma ideia, o ciclo de vida das pulgas pode durar até 90 dias,
portanto qualquer brecha na proteção durante esse tempo pode deixar os animais
expostos à reinfestação.
A
prevenção de parasitas externos nos pets também reflete em proteção da família.
A pulga, por exemplo, pode fazer com que o gato seja portador de uma bactéria
que transmite a “doença da arranhadura do gato”, explica Marcio, que ressalta:
“Prefira aqueles produtos que protegem continuamente, evitando assim novas
proliferações no ambiente”.
Além
dos problemas visíveis, como a dermatite alérgica (que causa coceiras e
machucados na pele dos animais), os parasitas podem transmitir algumas doenças,
com consequências mais graves. Conheça a seguir algumas delas:
· Babesiose: conhecida
popularmente como doença do carrapato, é transmitida pelo carrapato marrom ao
entrar em contato com o sangue do cachorro. Quando contaminado, o animal tem os
glóbulos vermelhos destruídos. Fragilizado, o animal fica suscetível a outras
doenças e até corre risco de morte.
· Erliquiose: a
doença, causada pela bactéria Ehrlichia, é transmitida pelo
carrapato marrom, que se contamina ao picar um animal infectado e, ao picar
outro, sadio, transmite a doença. A bactéria cai na corrente sanguínea e
replica-se nos glóbulos brancos, causando a destruição dessas células e,
consequente, supressão do sistema imunológico, levando muitas vezes o animal à
morte.
· Febre
maculosa: transmitida para o cachorro e
também para o humano pelo carrapato-estrela, a doença tem gravidade variável.
Entre os sintomas mais comuns, estão febre alta, dificuldade de respirar e
vômito. Em alguns casos, pode ser fatal.
· Doença
de Lyme: essa infecção também pode ser
transmitida a pets e humanos por meio de carrapatos. Atinge pele, sistema
nervoso, coração e articulações, e pode ser fatal, se não tratada a
tempo.
* Quer adotar um gatinho? Confira os que estão prontos para alegrar sua casa em www.mundogato.org.br
Assinar:
Postagens (Atom)





