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quinta-feira, 21 de março de 2019

Como cuidar direito dos seus pequenos felinos? Confira dicas!



Você sabia que o Brasil tem a segunda maior população de pets do mundo? São 22,1 milhões de felinos e 52,2 milhões de cachorros. A população de gatos, inclusive, está crescendo muito e deverá ultrapassar a dos cães em menos de dez anos. E como cuidar direitinho destes pequenos felinos?

Para a médica veterinária e gerente de Marketing da Vetnil, Fernanda Cioffetti Marques, a vacinação e a vermifugação frequentes são necessárias para manter o gato saudável. “O protocolo de vacinação dos gatos deve ser elaborado por um médico veterinário após uma avaliação clínica detalhada, assim como a periodicidade para ministrar o vermífugo. Esses cuidados são imprescindíveis, principalmente, quando há contato com outros animais”, declara.

Com relação à alimentação, os gatos chegam a fazer mais de dez refeições ao dia, por isso, a ração deve estar sempre à sua disposição. São animais que têm o hábito de ingerir pouco líquido, por isso, precisam de estímulo, como água sempre fresca e corrente. Em alguns casos, Fernanda indica uma pequena fonte de água para ajudar a hidratar o felino de forma ideal, além de fornecer alimento úmido – em sachê.

Embora o gato de estimação seja um animal caseiro e não exija os passeios diários ao ar livre como os cães, é imprescindível proporcionar áreas de lazer e descanso dentro de casa, para brincar e descansar. Gatos são animais independentes e têm o hábito de correr e pular, por isso, proporcionar lugares que ele possa brincar e dar saltos é fundamental para manter a saúde e bem-estar do felino. Arranhadores e brinquedinhos também são recomendados para distrair o gato dentro de casa.

Sob o aspecto de segurança, algumas adaptações na casa devem ser feitas para evitar acidentes. Por exemplo, para quem mora em apartamento, é fundamental colocar telas de proteção em janelas e varandas. “Como os gatos gostam de lugares altos, eles costumam dormir e tomar banhos de sol nas varandas e pular nas janelas. A proteção das telas evita acidentes e consequências mais graves para a saúde do bichinho. Outro aspecto relevante é a importância de colocar a caixa de areia em local arejado e distante de onde fica a água e ração do seu Pet, para manter o ambiente limpo e evitar contaminação”, afirma Fernanda.

Área de 

quinta-feira, 14 de março de 2019

Check up: Por que os bichinhos também precisam?



Muito se fala sobre a importância de exames preventivos na infância, na fase adulta e, principalmente na terceira idade dos seres humanos, mas a chamada ‘cultura da prevenção’ ainda não é frequentemente aplicada aos animais de estimação. “Na maioria das vezes, os tutores só procuram um especialista quando o pet começa a demonstrar alguns sinais de doenças”, explica o veterinário e diretor da rede Animal Place, Jorge Morais.
E, como são parte da família e queremos sempre aumentar a expectativa de vida desses nossos amigos de quatro patas, o ideal é ter uma rotina de check-up com eles. “A avaliação de rotina deve ser realizada ao menos uma vez ao ano. Exames de sangue, eletrocardiograma e diversos tipos de ultrassonografias são alguns dos testes que podem ser solicitados de maneira preventiva, para verificar se está tudo bem com o bichinho”, comenta Morais.
Segundo o profissional, esses testes ajudam a prevenir ou tratar, desde o início, enfermidades como diabetes, insuficiência renal ou cardíaca e tumores que, quando descobertos em fase inicial, têm boas chances de cura. 
A jornalista Janaina Gimael, por exemplo, descobriu através de um exame de raio-X que sua cadelinha Nina, de apenas 4 anos, estava com uma pedra na bexiga. "Ela estava fazendo um pouco mais xixi do que o habitual, então resolvi fazer os exames todos para saber se estava tudo bem. Acabamos descobrindo a pedra e também um início de piometra, que precisou de cirurgia", conta.
“Controlar e resolver antecipadamente possíveis problemas de saúde, não só contribui para a longevidade e qualidade de vida do animal, como garante economia de dinheiro aos donos”, complementa. “Tratamentos preventivos custam muito menos do que ter que resolver um problema já em estágio avançado”, salienta Morais.

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quinta-feira, 7 de março de 2019

Três cuidados com o seu pet em dias quentes



Sombra e água fresca: é isso o que se espera de dias ensolarados como os que têm feito nos últimos dias, não é? Mas a verdade é que o verão pode ser aproveitado de diversas formas, inclusive com os pets. Caminhadas e passeios ao ar livre são uma ótima oportunidade de sair com os amigos de quatro patas e curtir a estação. Mas alguns cuidados são necessários para que o cão ou gato siga com muita saúde ao longo dessa e das próximas estações.

Segundo o especialista Marcio Barboza, médico-veterinário e gerente técnico Pet da MSD Saúde Animal, durante os dias mais quentes os cuidados com cães e gatos devem ser redobrados devido à tendência do aumento de saídas e contato com outros animais, que podem ser fontes de doenças se o pet não estiver devidamente protegido. Por isso o especialista traz três importantes dicas para aproveitar ao máximo a estação:

·         Hidratação é fundamental: Mantenha o recipiente do seu pet com água fresca, evitando deixá-la exposta a locais que pegam sol, pois isso pode aquecê-la e desestimular o pet a beber. Além disso, na ocasião de passeios mais longos lembre-se de levar uma garrafa com água e um pote para oferecer o líquido ao seu amigo.

·         Xô, pulgas e carrapatos: poucas coisas são mais incômodas a um pet do que ter pulgas e carrapatos em seu corpo. Além de causar grande coceira no animal, elas podem trazer sérias doenças – inclusive para a sua família! Por isso, utilize antiparasitários de longa duração, que evitam também a disseminação dos parasitas no ambiente.

·         Atenção às patinhas: sabe aquela sensação de queimar o pé na areia da praia nos dias muito quentes? O seu pet pode sofrer com isso todos os dias se você não tomar cuidado com o horário do passeio. Muitas vezes, o coxim do animal (também conhecido como “almofadinha” da pata) pode se queimar no asfalto muito quente, comum nas grandes cidades. Portanto, prefira horários com temperaturas mais amenas, como de manhã e final do dia.
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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

Não leve seu pet para a folia: animais podem sofrer com estresse e ansiedade



No período de Carnaval, é cada vez mais comum que os foliões queiram levar seus animais de estimação aos eventos, como festas e blocos de rua. A decisão, no entanto, pode custar o bem-estar e até a saúde do peludo. Isso porque os ambientes em que os eventos ocorrem somam fatores como som muito alto, aglomeração de pessoas, temperaturas elevadas, entre outros.

“O som alto, tanto da música quanto o gerado pela multidão, pode incomodar e muito o seu cão, gerando ansiedade e estresse”, afirma a médica-veterinária Carolina Filippos, que integra a Comissão Técnica de Clínicos de Pequenos Animais do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo (CRMV-SP).

No que diz respeito ao público, os tutores devem lembrar que blocos e festas de Carnaval com freqüência têm aglomerações, o que também é motivo de alerta para a segurança do pet. A médica-veterinária argumenta que, na ocorrência de alguma movimentação diferente, há o risco de o animal ser pisoteado. “É necessário, ainda, observar a temperatura ambiente e o tempo de caminhada”, enfatiza Carolina. Ela explica que calor, sol e esforço em excesso podem ser muito prejudiciais, especialmente aos animais braquicefálicos, que possuem uma respiração mais delicada. Essa exposição pode causar o “Heat Stroke” (insolação), assim como a temperatura do asfalto provocar queimaduras nos coxins (almofadinhas das patas).

Carolina ressalta também que a quantidade de resíduos descartada pelas pessoas no chão, como latas, vidros, plásticos e restos de alimentos, representam propensão a acidentes. “Eles podem pisar e se ferirem, além do risco de comerem algo que foi descartado e terem problemas gastrointestinais.”

A Folia em casa também merece atenção

Para quem mora perto de regiões em que são realizadas festas, também é possível que os peludos se sintam incomodados, com medo ou agitação, principalmente em decorrência dos ruídos altos. A dica é organizar um ambiente aconchegante ao animal, preferencialmente em um espaço da casa em que ele demonstre se sentir mais confortável e protegido. As caminhas mais acolchoadas, bem como os cobertores do pet, podem ajudar nesse sentido.

“Uma alternativa é colocar algodão nas orelhas a fim de abafar o barulho”, orienta a médica-veterinária Carolina Filippos, que integra a Comissão Técnica de Clínicos de Pequenos Animais do CRMV-SP. Em alguns casos é necessário o tratamento medicamentoso para o alívio do estresse. Para isso, consulte um médico-veterinário.
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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

Pele e pelagem dos pets precisam de cuidados especiais no verão



Considerados como membros da família, cada vez mais cães e gatos participam da rotina, compromissos e viagens de seus tutores. No verão, isso inclui mais passeios ao ar livre, maior exposição ao sol e, até mesmo, banhos de piscina. Diversão a mais também exige cuidados extras com a saúde, principalmente com a pele e a pelagem. Confira!
Ectoparasitas
Pulgas e carrapatos são alguns dos principais problemas que acometem cães e gatos mas, neste período, o calor intenso aumenta a incidência desses ectoparasitas que podem atingir os animais durante os passeios nos parques ou mesmo dentro de casa, pois podem ser trazidos das ruas em roupas e calçados. Carrapatos podem causar doenças graves como anemia, babesiose e erliquiose, sendo que as duas últimas podem ser fatais. Já as pulgas transmitem vermes e sua saliva pode causar dermatite alérgica por picada, provocando coceira intensa e até perda de pelo nos animais.
Existem no mercado diversos produtos para controle de pulgas e carrapatos, com apresentações e prazos de reaplicação variados. Segundo o médico veterinário e responsável técnico do HiperZoo, Adolfo Sasaki, o produto deve ser escolhido conforme facilidade de administração e rotina do animal. Para pets que tomam banhos com maior frequência, o uso de comprimidos ou coleiras são mais indicados. Já quem opta por produtos de uso tópico deve aplicar de dois a três dias antes ou após o banho, pois eles necessitam da oleosidade da pele para se espalhar. “Em geral, a durabilidade da ação dos produtos é de 30 dias, mas para animais infestados, alérgicos a picadas ou com maior exposição externa, é recomendado que a aplicação seja realizada a cada 21 dias”, alerta o veterinário. “Vale lembrar que quem possui mais de um animal em casa deve tratar todos ao mesmo tempo e, no caso de infestações, é necessário utilizar produtos para controle ambiental, respeitando as indicações das embalagens quanto à diluição e prazo para recolocar o animal no ambiente”, completa.
Otites e doenças de pele
Os banhos de piscina, chuva ou mangueira, que ajudam a refrescar os cães, também facilitam a entrada de água nos condutos auditivos e podem causar infecções. Além de tentar evitar o contato da água com os ouvidos, também é recomendado limpar o local com produtos adequados e, ao menor sinal de alteração, levar o animal ao veterinário.
Também é importante que a pelagem do animal seja seca adequadamente, uma vez que a umidade cria um ambiente favorável para a proliferação de enfermidades fúngicas como a malasseziose, uma dermatopatia que causa oleosidade, prurido e mau odor, e dermatofitose, uma zoonose que causa lesões generalizadas na pele.
Tosa
Para reduzir problemas relacionados à umidade, uma dica do médico veterinário é manter a tosa mais baixa, já que ela facilita a penetração do shampoo durante o banho e agiliza a secagem dos pelos. Mas atenção: a tosa não deve ser feita com lâminas muito baixas pois os pelos também funcionam como protetores térmicos. Ao contrário do que se imagina, a pelagem não funciona como as roupas para os humanos. Cães e gatos transpiram somente pelas almofadas das patas e expulsam o calor do corpo pela língua. Ou seja, os pelos na altura adequada ajudam a proteger a pele da exposição solar e equilibram o calor.
É preciso estar atento às particularidades da raça e de cada animal, além de realizar o serviço com profissionais aptos a indicar a melhor solução. Segundo o groomer do HiperZoo, Fernando Arcanjo, gatos de pelos curtos não devem ser tosados e, para os de pelos longos, pode ser recomendada tosa na tesoura somente para retirada de pelos despontados. Uma dica para melhorar o bem-estar dos animais é realizar a remoção de pelos mortos, que ajuda a reduzir a quantidade de pelos ingeridos pelos gatos e evita que a pelagem dos pets embole. A tosa higiênica na região das patas e região íntima é fundamental para a saúde e bem-estar e, para ajudar o animal a se refrescar, o indicado é ampliar a região de tosa para o abdômen. “Tratamentos que promovem a nutrição e hidratação da pelagem e uso de shampoos e condicionadores cosméticos colaboram bastante com a saúde da pele e pelos”, ressalta o groomer.
Queimaduras
Os pelos ajudam a proteger os animais de queimaduras na pele, no entanto também é recomendado o uso de protetor solar, com fator de proteção solar acima de 50, em focinhos, pontas de orelhas e regiões da pele sem pelo, preferencialmente próprio para animais. Quando não houver disponibilidade, protetor solar de uso humano em aerossol minimizam os riscos de ingestão do produto.
Passeios não devem ser feitos entre 10 e 17 horas sob risco de causar hipertermia ou queimadura nas almofadas das patas.  Antes de passear, o tutor deve colocar as palmas das mãos no chão para verificar a temperatura e, ainda assim, deve dar preferência a locais com mais sombras e gramados. Animais com pelagem branca, focinho rosado, mucosas sem pigmentação, região ventral totalmente sem pigmentação ou com doenças de pele, como lúpus e pênfigo, por exemplo, devem evitar a exposição ao sol.
Queimaduras solares podem causar câncer de pele como o carcinoma de células escamosas, hemangioma e hemangiossarcoma. Segundo o veterinário, sinais como eritema (vermelhidão), descamação sanguinolenta, aumento de volume de determinada área, nódulos, presença de bolhas de sangue e lesão em região auricular em gatos podem ser indício da doença e o tutor deve procurar um médico imediatamente.
Picada de insetos
Outro ponto negativo do verão são as picadas de insetos, que tendem a ocorrer nas regiões sem pelos e também na face, pois o odor do cerume dos ouvidos atrai os insetos. Os sinais clínicos de uma picada por inseto podem ser desde uma simples irritação local acompanhada de coceira, passando por edema palpebral ou facial, podendo causar, até mesmo, edema de glote (reação alérgica conhecida popularmente como “garganta fechada”) sob risco de levar o animal a óbito. Em gatos, as picadas de inseto podem formar quadros chamados de placa eosinofílica, caracterizada pela presença de placas extensas erosivas e avermelhadas na pele.
Além disso, os mosquitos também são transmissores de duas doenças graves: a dirofilariose e a leishmaniose. Também conhecida como verme do coração, a dirofilariose é uma doença causada por uma larva que se desenvolve no coração dos animais e causa obstrução nos vasos sanguíneos, sobrecarregando o órgão, debilitando o animal e podendo levar à morte. A leishmaniose visceral canina é uma zoonose infectocontagiosa transmitida exclusivamente pelo mosquito flebótomo, também conhecido como “mosquito palha” ou “birigui”. As medidas preventivas são repelentes, medicamentos e vacinas, que devem ser aplicados com antecedência no animal. “Vários casos de leishmaniose e dirofilariose foram diagnosticados no Paraná recentemente. Por isso, é fundamental que os tutores tomem medidas preventivas”, alerta o veterinário. Felizmente, cães e gatos não são hospedeiros do temido vírus da febre amarela e também não contraem dengue, zika ou chikungunya.

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quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Confira Dicas de Florais para reequilibrar as energias do seu Pet



Você sabia que o comportamento de seu gatinho ou cachorrinho pode ter muito a ver com o momento que você está passando? Nossos animais de estimação são nossos guardiões. Eles muitas vezes captam as energias do dono e apresentam um desequilíbrio espiritual e emocional. 
Para esses momentos, a utilização dos Florais de Bach ajudam muito a restabelecer novamente o equilíbrio nosso e de nossos companheiros de jornada. 
O sistema de Florais de Bach desenvolvido por Edward Bach (1886–1936) é baseado na descoberta de que as flores silvestres são portadoras de energia capaz de restaurar o equilíbrio físico, mental e emocional. 
A estudiosa do tema e também astróloga Tânia Gori dá algumas dicas para quem se interessa em usar florais com seu bichinho. Os florais devem ser manipulados em uma farmácia de manipulação de  confiança e é preciso avisar que é para uso PET, OK? Bastam 4 gotas na tigela de água 4 vezes ao dia e não há contra-indicação.

Segue algumas sugestões de Sinergias: 
Animal carente e dependente Tratado com: • Chicory • Red Chestnut • Walnut • Larch  
Animal que precisa Eliminar Peso Clematis : Centary: Mustard: . Oak : . Holly: 
Animal em Depressão: Elm; Larch: ; Willow: Oak: ; Star of Bethlehem: 
Para estimular o aprendizado: Cerato, Pine, Clematis, Walnut ,Mimulus 

Lembramos, é claro, que o acompanhamento veterinário é sempre fundamental independente do uso de florais ou qualquer outra terapia, e você nunca deve deixar de levar seu bichinho caso necessário ;-)
  
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quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

Escovar os dentes do gatinho previne doenças



A higiene da boca também precisa fazer parte da rotina de saúde dos pets. A veterinária Mariana Lage-Marques, especialista em odontologia da Petz, alerta para a conscientização da importância da escovação dentária diária de cães e gatos.

A limpeza previne o acúmulo de placa bacteriana, formada diariamente. Caso não seja removida, ela gruda nos dentes e vira tártaro. “Além de prejudicar gengivas e dentes, ha risco das bactérias caírem na corrente sanguínea e contaminarem órgãos vitais como coração, rins e fígado, provocando doenças e comprometendo a saúde dos pets”, explica a Dra. Mariana.

Outro problema frequente é a doença periodontal, que acomete 80% dos animais, caracterizada inicialmente pela inflamação da gengiva, levando posteriormente à perda óssea e dentária. Depois de instalada, a doença só tem tratamento cirúrgico. Raças pequenas são mais predispostas.

PrevençãoA escovação dentária deve ser feita todos os dias, com movimentos circulares, por aproximadamente sete minutos, utilizando escova e pasta recomendadas para animais. O ideal é acostumar desde filhote, mas o cão adulto que ainda não higieniza a boca também deve aprender a escovar. E não é difícil. Além disso, avaliação e profilaxia também devem ser realizadas anualmente com um especialista em odontologia veterinária para manter a limpeza mais detalhada e controles radiográficos.

Treinamento
A escovação tem que ser como uma brincadeira, uma atividade prazerosa, fundamental para o bem-estar dos pets. O melhor treinamento é com reforço positivo. Após um bom comportamento durante a escovação ou tentativa de escovação, o pet deve ser recompensado com um carinho, uma brincadeira, um passeio ou até um petisco. Veja a seguir as orientações da veterinária:
7 Dicas para manter a saúde bucal dos bichinhos

1- Comece o treinamento para a escovação primeiro acariciando com a mão a cabeça do pet, depois a boca e dentro dela. Depois, coloque uma gaze embrulhada no dedo e vá massageando a gengiva. Quando o pet estiver acostumado, troque a gaze pela escova e pasta apropriadas.

2 – Faça a escovação sempre de forma gradual e associando às atividades que os animais gostam. Incentive com um reforço positivo, fazendo alguma coisa que ele goste depois da escovação, como oferecendo brinquedo, passeio ou petisco.

3 - A escova de dente sempre deve ser própria para pets, já que têm cerdas mais suaves e especialmente anguladas. Para cães menores e gatos, as chamadas escovas de dedo funcionam bem. Para animais maiores, o melhor é usar escovas de hastes mais longas, com melhor alcance.

4 - A escovação dos dentes também é mais eficiente quando feita em círculos. O ideal é fazer pequenas circunferências, abrangendo as extremidades da boca de cima a baixo em cada lado.

5 - Ao identificar tártaro nos dentes não escove todos de uma vez. Escolha um e permaneça por uns dois minutos, escovando também a parte de trás, onde as placas se escondem. Se o pet resistir, siga até os próximos dentes, nesse mesmo ritmo. Se não conseguir, melhor não forçar e também tentar mais tarde.

- Não tem problema dar o biscoito depois de escovar, porque o importante é remover a placa bacteriana. A ração seca ajuda a não acumular tanto. Já a úmida predispõe mais o acúmulo do tártaro. Os petiscos especiais para a limpeza bucal podem ajudar, mas não substituem a escovação.

- Lembrando que os brinquedos de plástico muito duros ou ossos de verdade podem aumentar em 40% as fraturas de dentes. Tem que tomar cuidado com os brinquedos para não aumentar os riscos de fratura dentária.

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