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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

Não leve seu pet para a folia: animais podem sofrer com estresse e ansiedade



No período de Carnaval, é cada vez mais comum que os foliões queiram levar seus animais de estimação aos eventos, como festas e blocos de rua. A decisão, no entanto, pode custar o bem-estar e até a saúde do peludo. Isso porque os ambientes em que os eventos ocorrem somam fatores como som muito alto, aglomeração de pessoas, temperaturas elevadas, entre outros.

“O som alto, tanto da música quanto o gerado pela multidão, pode incomodar e muito o seu cão, gerando ansiedade e estresse”, afirma a médica-veterinária Carolina Filippos, que integra a Comissão Técnica de Clínicos de Pequenos Animais do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo (CRMV-SP).

No que diz respeito ao público, os tutores devem lembrar que blocos e festas de Carnaval com freqüência têm aglomerações, o que também é motivo de alerta para a segurança do pet. A médica-veterinária argumenta que, na ocorrência de alguma movimentação diferente, há o risco de o animal ser pisoteado. “É necessário, ainda, observar a temperatura ambiente e o tempo de caminhada”, enfatiza Carolina. Ela explica que calor, sol e esforço em excesso podem ser muito prejudiciais, especialmente aos animais braquicefálicos, que possuem uma respiração mais delicada. Essa exposição pode causar o “Heat Stroke” (insolação), assim como a temperatura do asfalto provocar queimaduras nos coxins (almofadinhas das patas).

Carolina ressalta também que a quantidade de resíduos descartada pelas pessoas no chão, como latas, vidros, plásticos e restos de alimentos, representam propensão a acidentes. “Eles podem pisar e se ferirem, além do risco de comerem algo que foi descartado e terem problemas gastrointestinais.”

A Folia em casa também merece atenção

Para quem mora perto de regiões em que são realizadas festas, também é possível que os peludos se sintam incomodados, com medo ou agitação, principalmente em decorrência dos ruídos altos. A dica é organizar um ambiente aconchegante ao animal, preferencialmente em um espaço da casa em que ele demonstre se sentir mais confortável e protegido. As caminhas mais acolchoadas, bem como os cobertores do pet, podem ajudar nesse sentido.

“Uma alternativa é colocar algodão nas orelhas a fim de abafar o barulho”, orienta a médica-veterinária Carolina Filippos, que integra a Comissão Técnica de Clínicos de Pequenos Animais do CRMV-SP. Em alguns casos é necessário o tratamento medicamentoso para o alívio do estresse. Para isso, consulte um médico-veterinário.
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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

Pele e pelagem dos pets precisam de cuidados especiais no verão



Considerados como membros da família, cada vez mais cães e gatos participam da rotina, compromissos e viagens de seus tutores. No verão, isso inclui mais passeios ao ar livre, maior exposição ao sol e, até mesmo, banhos de piscina. Diversão a mais também exige cuidados extras com a saúde, principalmente com a pele e a pelagem. Confira!
Ectoparasitas
Pulgas e carrapatos são alguns dos principais problemas que acometem cães e gatos mas, neste período, o calor intenso aumenta a incidência desses ectoparasitas que podem atingir os animais durante os passeios nos parques ou mesmo dentro de casa, pois podem ser trazidos das ruas em roupas e calçados. Carrapatos podem causar doenças graves como anemia, babesiose e erliquiose, sendo que as duas últimas podem ser fatais. Já as pulgas transmitem vermes e sua saliva pode causar dermatite alérgica por picada, provocando coceira intensa e até perda de pelo nos animais.
Existem no mercado diversos produtos para controle de pulgas e carrapatos, com apresentações e prazos de reaplicação variados. Segundo o médico veterinário e responsável técnico do HiperZoo, Adolfo Sasaki, o produto deve ser escolhido conforme facilidade de administração e rotina do animal. Para pets que tomam banhos com maior frequência, o uso de comprimidos ou coleiras são mais indicados. Já quem opta por produtos de uso tópico deve aplicar de dois a três dias antes ou após o banho, pois eles necessitam da oleosidade da pele para se espalhar. “Em geral, a durabilidade da ação dos produtos é de 30 dias, mas para animais infestados, alérgicos a picadas ou com maior exposição externa, é recomendado que a aplicação seja realizada a cada 21 dias”, alerta o veterinário. “Vale lembrar que quem possui mais de um animal em casa deve tratar todos ao mesmo tempo e, no caso de infestações, é necessário utilizar produtos para controle ambiental, respeitando as indicações das embalagens quanto à diluição e prazo para recolocar o animal no ambiente”, completa.
Otites e doenças de pele
Os banhos de piscina, chuva ou mangueira, que ajudam a refrescar os cães, também facilitam a entrada de água nos condutos auditivos e podem causar infecções. Além de tentar evitar o contato da água com os ouvidos, também é recomendado limpar o local com produtos adequados e, ao menor sinal de alteração, levar o animal ao veterinário.
Também é importante que a pelagem do animal seja seca adequadamente, uma vez que a umidade cria um ambiente favorável para a proliferação de enfermidades fúngicas como a malasseziose, uma dermatopatia que causa oleosidade, prurido e mau odor, e dermatofitose, uma zoonose que causa lesões generalizadas na pele.
Tosa
Para reduzir problemas relacionados à umidade, uma dica do médico veterinário é manter a tosa mais baixa, já que ela facilita a penetração do shampoo durante o banho e agiliza a secagem dos pelos. Mas atenção: a tosa não deve ser feita com lâminas muito baixas pois os pelos também funcionam como protetores térmicos. Ao contrário do que se imagina, a pelagem não funciona como as roupas para os humanos. Cães e gatos transpiram somente pelas almofadas das patas e expulsam o calor do corpo pela língua. Ou seja, os pelos na altura adequada ajudam a proteger a pele da exposição solar e equilibram o calor.
É preciso estar atento às particularidades da raça e de cada animal, além de realizar o serviço com profissionais aptos a indicar a melhor solução. Segundo o groomer do HiperZoo, Fernando Arcanjo, gatos de pelos curtos não devem ser tosados e, para os de pelos longos, pode ser recomendada tosa na tesoura somente para retirada de pelos despontados. Uma dica para melhorar o bem-estar dos animais é realizar a remoção de pelos mortos, que ajuda a reduzir a quantidade de pelos ingeridos pelos gatos e evita que a pelagem dos pets embole. A tosa higiênica na região das patas e região íntima é fundamental para a saúde e bem-estar e, para ajudar o animal a se refrescar, o indicado é ampliar a região de tosa para o abdômen. “Tratamentos que promovem a nutrição e hidratação da pelagem e uso de shampoos e condicionadores cosméticos colaboram bastante com a saúde da pele e pelos”, ressalta o groomer.
Queimaduras
Os pelos ajudam a proteger os animais de queimaduras na pele, no entanto também é recomendado o uso de protetor solar, com fator de proteção solar acima de 50, em focinhos, pontas de orelhas e regiões da pele sem pelo, preferencialmente próprio para animais. Quando não houver disponibilidade, protetor solar de uso humano em aerossol minimizam os riscos de ingestão do produto.
Passeios não devem ser feitos entre 10 e 17 horas sob risco de causar hipertermia ou queimadura nas almofadas das patas.  Antes de passear, o tutor deve colocar as palmas das mãos no chão para verificar a temperatura e, ainda assim, deve dar preferência a locais com mais sombras e gramados. Animais com pelagem branca, focinho rosado, mucosas sem pigmentação, região ventral totalmente sem pigmentação ou com doenças de pele, como lúpus e pênfigo, por exemplo, devem evitar a exposição ao sol.
Queimaduras solares podem causar câncer de pele como o carcinoma de células escamosas, hemangioma e hemangiossarcoma. Segundo o veterinário, sinais como eritema (vermelhidão), descamação sanguinolenta, aumento de volume de determinada área, nódulos, presença de bolhas de sangue e lesão em região auricular em gatos podem ser indício da doença e o tutor deve procurar um médico imediatamente.
Picada de insetos
Outro ponto negativo do verão são as picadas de insetos, que tendem a ocorrer nas regiões sem pelos e também na face, pois o odor do cerume dos ouvidos atrai os insetos. Os sinais clínicos de uma picada por inseto podem ser desde uma simples irritação local acompanhada de coceira, passando por edema palpebral ou facial, podendo causar, até mesmo, edema de glote (reação alérgica conhecida popularmente como “garganta fechada”) sob risco de levar o animal a óbito. Em gatos, as picadas de inseto podem formar quadros chamados de placa eosinofílica, caracterizada pela presença de placas extensas erosivas e avermelhadas na pele.
Além disso, os mosquitos também são transmissores de duas doenças graves: a dirofilariose e a leishmaniose. Também conhecida como verme do coração, a dirofilariose é uma doença causada por uma larva que se desenvolve no coração dos animais e causa obstrução nos vasos sanguíneos, sobrecarregando o órgão, debilitando o animal e podendo levar à morte. A leishmaniose visceral canina é uma zoonose infectocontagiosa transmitida exclusivamente pelo mosquito flebótomo, também conhecido como “mosquito palha” ou “birigui”. As medidas preventivas são repelentes, medicamentos e vacinas, que devem ser aplicados com antecedência no animal. “Vários casos de leishmaniose e dirofilariose foram diagnosticados no Paraná recentemente. Por isso, é fundamental que os tutores tomem medidas preventivas”, alerta o veterinário. Felizmente, cães e gatos não são hospedeiros do temido vírus da febre amarela e também não contraem dengue, zika ou chikungunya.

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quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Confira Dicas de Florais para reequilibrar as energias do seu Pet



Você sabia que o comportamento de seu gatinho ou cachorrinho pode ter muito a ver com o momento que você está passando? Nossos animais de estimação são nossos guardiões. Eles muitas vezes captam as energias do dono e apresentam um desequilíbrio espiritual e emocional. 
Para esses momentos, a utilização dos Florais de Bach ajudam muito a restabelecer novamente o equilíbrio nosso e de nossos companheiros de jornada. 
O sistema de Florais de Bach desenvolvido por Edward Bach (1886–1936) é baseado na descoberta de que as flores silvestres são portadoras de energia capaz de restaurar o equilíbrio físico, mental e emocional. 
A estudiosa do tema e também astróloga Tânia Gori dá algumas dicas para quem se interessa em usar florais com seu bichinho. Os florais devem ser manipulados em uma farmácia de manipulação de  confiança e é preciso avisar que é para uso PET, OK? Bastam 4 gotas na tigela de água 4 vezes ao dia e não há contra-indicação.

Segue algumas sugestões de Sinergias: 
Animal carente e dependente Tratado com: • Chicory • Red Chestnut • Walnut • Larch  
Animal que precisa Eliminar Peso Clematis : Centary: Mustard: . Oak : . Holly: 
Animal em Depressão: Elm; Larch: ; Willow: Oak: ; Star of Bethlehem: 
Para estimular o aprendizado: Cerato, Pine, Clematis, Walnut ,Mimulus 

Lembramos, é claro, que o acompanhamento veterinário é sempre fundamental independente do uso de florais ou qualquer outra terapia, e você nunca deve deixar de levar seu bichinho caso necessário ;-)
  
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quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

Escovar os dentes do gatinho previne doenças



A higiene da boca também precisa fazer parte da rotina de saúde dos pets. A veterinária Mariana Lage-Marques, especialista em odontologia da Petz, alerta para a conscientização da importância da escovação dentária diária de cães e gatos.

A limpeza previne o acúmulo de placa bacteriana, formada diariamente. Caso não seja removida, ela gruda nos dentes e vira tártaro. “Além de prejudicar gengivas e dentes, ha risco das bactérias caírem na corrente sanguínea e contaminarem órgãos vitais como coração, rins e fígado, provocando doenças e comprometendo a saúde dos pets”, explica a Dra. Mariana.

Outro problema frequente é a doença periodontal, que acomete 80% dos animais, caracterizada inicialmente pela inflamação da gengiva, levando posteriormente à perda óssea e dentária. Depois de instalada, a doença só tem tratamento cirúrgico. Raças pequenas são mais predispostas.

PrevençãoA escovação dentária deve ser feita todos os dias, com movimentos circulares, por aproximadamente sete minutos, utilizando escova e pasta recomendadas para animais. O ideal é acostumar desde filhote, mas o cão adulto que ainda não higieniza a boca também deve aprender a escovar. E não é difícil. Além disso, avaliação e profilaxia também devem ser realizadas anualmente com um especialista em odontologia veterinária para manter a limpeza mais detalhada e controles radiográficos.

Treinamento
A escovação tem que ser como uma brincadeira, uma atividade prazerosa, fundamental para o bem-estar dos pets. O melhor treinamento é com reforço positivo. Após um bom comportamento durante a escovação ou tentativa de escovação, o pet deve ser recompensado com um carinho, uma brincadeira, um passeio ou até um petisco. Veja a seguir as orientações da veterinária:
7 Dicas para manter a saúde bucal dos bichinhos

1- Comece o treinamento para a escovação primeiro acariciando com a mão a cabeça do pet, depois a boca e dentro dela. Depois, coloque uma gaze embrulhada no dedo e vá massageando a gengiva. Quando o pet estiver acostumado, troque a gaze pela escova e pasta apropriadas.

2 – Faça a escovação sempre de forma gradual e associando às atividades que os animais gostam. Incentive com um reforço positivo, fazendo alguma coisa que ele goste depois da escovação, como oferecendo brinquedo, passeio ou petisco.

3 - A escova de dente sempre deve ser própria para pets, já que têm cerdas mais suaves e especialmente anguladas. Para cães menores e gatos, as chamadas escovas de dedo funcionam bem. Para animais maiores, o melhor é usar escovas de hastes mais longas, com melhor alcance.

4 - A escovação dos dentes também é mais eficiente quando feita em círculos. O ideal é fazer pequenas circunferências, abrangendo as extremidades da boca de cima a baixo em cada lado.

5 - Ao identificar tártaro nos dentes não escove todos de uma vez. Escolha um e permaneça por uns dois minutos, escovando também a parte de trás, onde as placas se escondem. Se o pet resistir, siga até os próximos dentes, nesse mesmo ritmo. Se não conseguir, melhor não forçar e também tentar mais tarde.

- Não tem problema dar o biscoito depois de escovar, porque o importante é remover a placa bacteriana. A ração seca ajuda a não acumular tanto. Já a úmida predispõe mais o acúmulo do tártaro. Os petiscos especiais para a limpeza bucal podem ajudar, mas não substituem a escovação.

- Lembrando que os brinquedos de plástico muito duros ou ossos de verdade podem aumentar em 40% as fraturas de dentes. Tem que tomar cuidado com os brinquedos para não aumentar os riscos de fratura dentária.

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quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Viajar com o pet no verão exige cuidados e visita prévia ao médico-veterinário


Férias de fim de ano e o calor do verão são a combinação perfeita para viagens familiares. Um bom planejamento é primordial para que o passeio seja tranquilo e proveitoso para todos. O que muitos tutores não sabem é que o pet precisa ser inserido no planejamento que precede a partida para as férias e o primeiro passo começa com uma visita ao médico-veterinário de confiança.
A avaliação e a orientação de um profissional é essencial para garantir o bem-estar do animal durante os dias de descanso com a família. “O médico-veterinário vai conferir se as vacinas estão em dia e pedir os exames necessários para que o pet siga viagem da forma mais saudável possível”, explica o médico-veterinário Thomas Faria Marzano, presidente da Comissão Técnica de Clínicos de Pequenos Animais do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo (CRMV-SP).
O destino, o meio de transporte e a data da viagem são informações que precisam ser apresentadas ao médico-veterinário para que ele indique os cuidados específicos para cada tipo de passeio. Também é muito importante que o tutor confira as regras de transporte de animais das companhias aéreas e rodoviárias, e as Leis de Trânsito, quando for o caso.
Dependendo do destino, lembre-se de conversar com o médico-veterinário sobre o Atestado de Saúde e o Passaporte para Trânsito de Cães e Gatos. Recentemente, o CRMV-SP lançou, em parceria com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, e o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários a edição atualizada do Guia para Emissão de Atestado de Saúde de Pequenos Animais e a primeira edição do Guia para Utilização de Passaporte para Trânsito de Cães e Gatos com algumas orientações.
Confira a seguir as dicas do CRMV-SP do que deve ser levado em consideração antes da viagem e converse com o seu médico-veterinário:

  1. Vacinação: é preciso garantir que todas estejam em dia. Atenção especial à vacinas como V8, Antirrábica, contra Gripe e contra Giárdia/Giardíase. Algumas companhias aéreas exigem que a vacina Antirrábica seja aplicada com no mínimo 30 dias de antecedência a data do embarque.
  2. Coleira repelente e antiparasitários: Marzano é categórico: “Quando o assunto é Leishmaniose, a coleira repelente é indispensável”. A doença é mais comum no verão, pois as altas temperaturas são ideais para a proliferação do vetor da Leishmaniose, o mosquito Palha. As altas temperaturas também geram aumento na proliferação de parasitas como pulgas e carrapatos, por isso, é necessário escolher também qual antiparasitário é o ideal para o seu pet.
  3. Vermifugação: uma dúvida recorrente é se a vermifugação é necessária antes de uma viagem. O ideal é realizar um exame parasitológico das fezes. “Assim, vamos saber se existe alguma verminose. Se algo for detectado, iremos iniciar o tratamento com as medicações corretas”, explica o presidente da Comissão Técnica de Clínicos de Pequenos Animais do CRMV-SP.
  4. Verme do coração: está aqui outro vilão para a saúde dos pets no verão. A Dirofilariose, conhecida como Doença do Verme do Coração, é comum nos períodos mais quentes também por conta do cenário ideal à proliferação de carrapatos e do mosquito vetor. “O ideal é prevenir a picada do mosquito vetor e fazer a desparasitação com o médico-veterinário. Os primeiros sinais da doença são tosse e cansaço fácil”, orienta o profissional.
 Sol e calor: saiba como proteger seu animal
Sombra e água fresca é uma ótima forma de definir o que se busca nas férias. No verão, tutores precisam ser vigilantes quanto aos problemas de saúde causados pelo excesso de calor.
De um modo geral, os animais são mais suscetíveis as altas temperaturas que os humanos. Por isso, a médica-veterinária Dra. Carolina Filippos, membro da Comissão Técnica de Clínicos de Pequenos Animais do CRMV-SP, dá dicas de como garantir o bem-estar dos pets. “Devemos evitar atividades físicas nas horas mais quentes do dia, entre 10 e 16 horas, e oferecer sempre água fresca e limpa, assim como dispor de sombra para proteção contra os raios solares”, explica.
Esses são cuidados básicos, importantes a todas as raças, entretanto, algumas exigem mais atenção, sendo inclusive fator determinante na hora de decidir se é ou não viável levar o pet na viagem. “Em geral, os animais das raças braquicefálicas (de focinho achatado) são os menos resistentes ao calor e podem apresentar sérios problemas de saúde, inclusive com ocorrências de crises que podem levar o animal até ao óbito”, indica Carolina.
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quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Como transportar o gatinho no carro



É tempo de férias e chegou a hora de curtir o verão viajando ao lado daqueles que mais gostamos. Nossos pets, como grandes amigos, também acabam se deslocando conosco e muitas vezes, a chegada até o local pode ser um tormento. As leis para condução de animais em carros exige uma conduta que muitas vezes não conseguimos seguir, por conta da agitação e estresse dos bichinhos dentro do carro. Segundo o veterinário Jorge Morais, fundador da rede Animal Place, algumas dicas podem ajudar a relaxar o animal durante o transporte.
Gatos
Apesar de não ser obrigatório o uso da caixa transportadora, essa é a melhor opção para os gatos, que ficam mais agitados dentro do carro por não se sentirem seguros. “Deixe a caixa transportadora aberta pelo menos um dia antes em um local onde o gato possa entrar e se acostumar com aquele ambiente. Isso faz com que ele perca o medo e não se recuse a entrar nela antes da viagem”, comenta o veterinário. Outra dica é prender a caixa com o cinto de segurança, para evitar que o animal se machuque com o movimento do carro.
Cachorros
Levar o cachorro no colo ou do lado do passageiro é uma infração média que resulta em penalidade. Outro costume muito comum, que também é proibido pela legislação, é deixar o pet curtir o vento com a cabeça para fora do veículo. O correto é manter o animal preso, de forma que ele não possa distrair o dono e tenha sua movimentação reduzida. “O correto é prender o cachorro com o auxílio de uma guia no cinto de segurança, impedindo ele de conseguir pular para os bancos da frente ou atrapalhar o motorista de alguma forma”, explica Dr. Jorge. Outra alternativa são as cadeirinhas para cachorros, aconselhadas para os bichos de pequeno porte e que garantem mais segurança para motorista.
Segundo o veterinário, todos os equipamentos mencionados para transportar cães ou gatos durante viagens de carro podem ser encontrados em pet shops. Se você seguir essas dicas poderá viajar de forma segura e descomplicada ao lado do seu melhor amigo.
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quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

Atenção: Nunca se esqueça de seu animalzinho nas férias



Se você vai viajar e tem gatinhos ou outros bichinhos de estimação, não se esqueça de pensar com cuidado se conseguirá levá-los ou se haverá alguém para tomar conta deles enquanto você estiver fora. Recebemos este texto da Roseli Denaldi, Coordenadora da ESPA – Equipe Singulariana de Proteção aos Animais, e achamos importante compartilhar. Seja consciente, nossos animaizinhos dependem de nós ;-)



"Estima-se que existam mais de 30 milhões de animais abandonados no Brasil e, nos meses de dezembro e janeiro, esse número aumenta significativamente em razão do período de férias, no qual as famílias normalmente viajam. Se você tem um animal e não pode levá-lo consigo porque a casa de veraneio não apresenta segurança para ele ou porque o hotel de destino da família não aceita animais ou, ainda,  por outros motivos, procure deixar o seu animal com alguém que tenha certeza absoluta que irá cuidar bem dele.
 
Deixe com alguém da família, com um amigo  ou vizinho que goste de animais e que não irá viajar nessa época. O responsável deve dar comida, água fresca e limpar o ambiente. No caso de cães, é importante também manter o hábito de passear com o animal, sempre com coleira e guia, para conter a ansiedade e amenizar a tristeza decorrente da separação da família.
 
Existem profissionais autônomos especializados em cuidar de cães e gatos na própria residência dos donos. Eles fazem uma visita uma vez por dia e cuidam de tudo que o animal necessita. Também existem serviços que podem ser consultados através de aplicativos para smartphones como o Dog Hero, onde pessoas se cadastram e se dispõem a receber o animal em suas residências, cuidando deles por determinado período. Procure informar-se com antecedência sobre esses serviços e converse com pessoas que já se utilizaram deles. 
 
Outra opção é deixar o seu animal em um hotel para pets. Existem vários na região. Recomendamos que visite o local e veja como é o espaço e a forma de como tratam os animais. Faça a sua reserva com antecedência. Se optar por levar o seu animal nas férias, lembre-se que ele pode estranhar o local e fugir, principalmente os gatos. Verifique se o local é seguro contra fugas, isto é, se possui muros e portões adequados. No caso de gatos é essencial que o imóvel tenha tela de proteção nas janelas para evitar quedas e fugas.
 
Caso o seu animal tenha medo de fogos de artifício, converse com seu veterinário e peça orientações de como proceder. Existem medicamentos capazes de atenuar o pavor e que além de trazer mais conforto para o animal, também evitam fugas decorrentes do estado de pânico. Jamais  abandone seu animal. Ele é incapaz de sobreviver sozinho, pois sente fome, sede, medo, angústia, ansiedade e saudade. Seja um dono responsável. Divirta-se nas férias, mas tome as providências necessárias para que o seu animal fique bem."
 
*Roseli Denaldi
Coordenadora da ESPA – Equipe Singulariana de Proteção aos Animais

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