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quinta-feira, 12 de dezembro de 2019

Saiba como prevenir o câncer de mama em Pets


Câncer de mama: além de humanos, ele também pode atingir os animais. É por isso que estar atento aos sinais e realizar prevenção é tão importante! Segundo estudos, o câncer de mama é muito comum em cadelas e gatas. Em torno de 70 a 80% podem desenvolver a doença ao longo da vida, enquanto que a incidência de tumores malignos ultrapassa os 50% nas cadelas, e nas gatas aproxima-se de 90%. 
“Por isso, a importância da castração, que ainda é a melhor forma de prevenção. Quando realizada antes do primeiro cio, reduz significativamente a chance de desenvolverem tumores mamários. O indicado é fazê-la até o terceiro cio”. explica Dra.Carla Coiro, médica veterinária, coordenadora de desenvolvimento de produtos pet da Vetnil.
Ainda de acordo com pesquisas, o câncer de mama ocorre em função de um distúrbio hormonal, portanto, a castração é uma forma de evitar a ocorrência dos picos observados durante o cio das fêmeas. Além disso, é extremamente importante a análise periódica das glândulas mamárias do animal, que pode ser feita pelo próprio tutor, que deve apalpar a área, verificando se há presença de nódulos, assim como é feito nos humanos.
“Ao identificar dor e vermelhidão na região mamária, deve-se consultar o médico veterinário. Fazer exames regulares, além de consultas periódicas, é importante. Vale destacar que a utilização de anticoncepcionais para evitar o cio nas cadelas e gatas não contribui de maneira positiva, já que aumenta as chances de desenvolver a doença, visto a alta carga hormonal utilizada”, destaca Dra. Carla.
Ao enfrentar um caso de câncer de mama em cadelas ou gatas, geralmente, opta-se pela remoção da cadeia mamária, de acordo com a necessidade de cada paciente e, dependendo do grau de malignidade, pode haver a necessidade de associar a cirurgia a remédios quimioterápicos. 
“Promover uma alimentação equilibrada, rica em nutrientes, com uso de suplementos, além do estímulo de exercícios físicos para os pets, também são fatores muito importantes para auxiliar e garantir a recuperação e o bem-estar do pet”, conclui Dra. Carla.  

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quinta-feira, 28 de novembro de 2019

Seu gatinho arrasta o bumbum no chão? Pode ser problema nas glândulas adanais


Você percebe que seu gatinho (ou cachorro, porque também é muito comum) vem arrastando o bumbum no chão ou lambendo a região anal? E mais, volta e meia aparece um cheirinho típico? Pode ser problema nas glândulas adanais, que são saquinhos localizados dentro do reto dos cães e gatos.

De acordo com o site Cachorro Verde, glândulas adanais que não estão incomodando, que não estão gerando sintomas, não devem ser espremidas. Há profissionais que rotineiramente espremem as glândulas dos pets durante banhos em pet shops, mas isso não é recomendável de maneira geral. Elas contêm um ducto delicado e fininho que conduz a secreção ao ânus. Ficar espremendo glândulas sãs pode gerar um trauma constante aos ductos, perda do tônus natural e da autonomia do pet em conseguir espremer suas próprias glândulas de maneira natural.

O que fazer, então? A médica veterinária Sylvia Angélica, do Cachorro Verde, recomenda que se investigue a causa de base para o quadro constante de impactação e inflamação das glândulas adanais junto a um veterinário.

"Problemas intestinais (colite, disbiose, verminose, intolerância alimentar, alergias, insuficiência pancreática exócrina, tudo o que causa fezes amolecidas) mexem com as glândulas. Em casos leves e esporádicos de problemas nas glândulas adanais a adição de um pouco de fibras solúveis (gosto muito de psyllium) às refeições pode ajudar. Sugestão: 1/4 de colher de chá para cada 5kg de peso do cão em cada refeição.", explica ela.

Alguns tutores também acabam optando por cirurgia para remover as glândulas adanais de seus pets. "Mas antes disso, investigue doenças intestinais, experimente trocar a ração por Alimentação Natural com menor teor de carboidratos e acrescida de fibras. Tente Homeopatia e fitoterápicos destoxificantes."

Para mais informações ou checar direitinho o que anda acontecendo com seu bichinho, consulte um médico veterinário!

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quinta-feira, 14 de novembro de 2019

Novembro azul: como prevenir e identificar o câncer de próstata nos bichinhos




A campanha Novembro Azul alerta sobre os perigos do câncer de próstata nos homens, mas é  importante também para a prevenção do problema nos pets. Assim como nos humanos, a idade avançada é o principal fator de risco. “Por isso, as medidas preventivas são fundamentais para os cães e gatos, que envelhecem mais rápido que os homens. A doença costuma aparecer com mais frequência em bichinhos com idade acima de seis anos”, afirma a veterinária Karina Mussolino, gerente do setor de clínicas da Petz.

Ela explica que a castração é o procedimento mais eficiente para evitar o surgimento do câncer em pets e que pode diminuir a incidência do problema em até 90%. “O processo, quando feito nos bichinhos ainda pequenos, impede a produção excessiva de hormônios. Com isso, não ocorre o desenvolvimento do tecido prostático, evitando assim o crescimento da próstata e a formação de tumores (próstata e testículo)”, esclarece a veterinária da Petz.

Mas a melhor forma de prevenção é o check-up regular dos pets, seja para orientar sobre a realização da castração ou para o diagnóstico precoce da doença. “O toque retal do pet durante o exame físico, geralmente, já é o suficiente para detectar a presença do problema; que é confirmado pela realização de um ultrassom mais específico”, orienta a Dra. Karina. Portanto, antes mesmo que apareçam os sinais é fundamental fazer as visitas de rotina ao veterinário e manter avaliações, exames e vacinas em dia.

Os principais sinais da doença

1 - O aumento da quantidade de vezes que o pet faz xixi, com gotejamento;

2 - Presença de pus ou sangue na urina;

3 - Dor;

4 - Constipação;

5 - Perda de peso;

6 - Apatia;

7 - Dificuldade para defecar, urinar ou andar.

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quinta-feira, 31 de outubro de 2019

Conheça os 5 erros mais comuns dos tutores no cuidado com os felinos



Quem tem gato sabe: é preciso ter dedicação e atenção permanente com a saúde e o bem-estar dos bichanos. Mas o que muita gente não sabe é que existem alguns erros que são recorrentes e podem fazer muita diferença na qualidade de vida dos felinos.
PremieRpet® destacou os cinco erros mais comuns dos tutores atualmente, que também podem ser conferidos aqui neste link do Youtube.

- Não escovar o peloOs gatos se lambem diariamente, seguindo seu hábito natural de limpeza. Nesse processo, eles podem ingerir grandes quantidades de pelo que causam vômitos e, com o acúmulo, podem até obstruir o trato digestório. 

Para auxiliar e prevenir as bolas de pelo, é importante escovar os gatos de pelos curtos (semanalmente) e longos (diariamente), além de oferecer uma alimentação formulada para estimular o trato digestório e ajudar na eliminação das bolas de pelo. Uma pelagem bonita é sinal de bons cuidados e boa saúde!

- Não castrarA castração traz muitos benefícios para a vida do pet. Ela aumenta a expectativa de vida do animal, elimina os cios e a reprodução indesejada, reduz a probabilidade de doenças no sistema reprodutor e ainda torna o comportamento do felino mais amistoso com outros pets e humanos.

Um ponto que merece atenção especial após a castração é a alimentação dos gatos. Uma nutrição completa e balanceada torna-se ainda mais importante. Com a castração, os bichanos podem parecer mais preguiçosos, por isso é muito importante a alimentação adequada para evitar que ganhem peso.


Consulte sempre um médico veterinário para saber qual o momento certo de castrar!


- Deixar que ele saia
As famosas “saidinhas” são um verdadeiro perigo para a saúde e bem-estar dos gatos. Ao ter contato com outros animais, o pet pode contrair várias doenças, brigar, não achar o caminho de volta para casa e, no caso das fêmeas não castradas, engravidar.

Uma boa opção para os tutores é investir em um enriquecimento ambiental com arranhadores e brinquedos, por exemplo, para deixar o local cada vez mais interessante.
Não se esqueça que o lugar mais seguro para o seu amigo é o lar e a castração é uma atitude de cuidado.


- Caixa de areia próxima ao pote de comida
Gatos são animais extremamente limpos! Por isso, deixar a comida próxima à caixinha de areia é algo que pode impedi-lo de se alimentar da forma correta, ou impedi-lo de usar a caixinha de areia. O ideal é sempre mantê-los em ambientes separados.

- Usar potes de água muito pequenos
Não é nenhum segredo que é extremamente necessário consumir bastante água, não é mesmo? Para os felinos isso é ainda mais importante! Por não terem o costume de beber água ao longo do dia, os gatos são predispostos à doenças no trato urinário. 

Por isso, os potes de água precisam ser largos. A largura impede que o bigode sensível dos bichanos encoste nas bordas, causando incômodo ou impedindo o contato com a água.


Incrementar a dieta dos pets com alimentos úmidos além do alimento seco também é uma boa opção para ajudar na ingestão de água diariamente. Mas lembre-se: é indicado consultar um médico veterinário para saber a quantidade ideal de alimento.


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quinta-feira, 17 de outubro de 2019

Gatinho ou cãozinho obeso? A alimentação inadequada normalmente é a causa


A obesidade é uma doença causada pelo excesso de gordura corporal e representa um dos problemas de saúde que mais acometem os animais de estimação atualmente. Ela é resultado de um desequilíbrio entre a ingestão e o gasto de energia e pode acarretar diversos problemas, como doenças ortopédicas, cardiorrespiratórias, diabetes, problemas urinários e outras complicações que afetam a saúde e a longevidade.
A incidência do problema é mundial. Para se ter uma ideia, estudos recentes nos Estados Unidos, Europa, Japão e China mostram prevalência de 24% a 60% de cães e gatos em sobrepeso ou obesos. No Brasil os dados são escassos, mas um estudo recente na cidade de São Paulo indica que 40,5% dos cães têm sobrepeso ou obesidade, um dado alarmante. Animais nessas situações necessitam de tratamento orientado e acompanhamento de um médico veterinário.

Principais causas e como prevenir
Para prevenir a obesidade é importante estar alerta às causas que levam à doença. De acordo com o médico veterinário Flavio Silva, supervisor de capacitação técnico-científica da PremieRpet®, os cuidados com a escolha do alimento e o manejo são pontos fundamentais para prevenir e combater o excesso de peso, por isso devem ser tratados como prioridade pelos tutores de cães e gatos.

“O excesso de petiscos e a “humanização” da alimentação são fatores recorrentes nos dias de hoje. É importante lembrar que cães e gatos não escolhem o que comer ou quantas vezes devem se alimentar, portanto, cabe ao tutor zelar pela alimentação adequada”, diz.

Confira abaixo as principais causas da obesidade:

Transferência de hábitosPessoas com hábitos alimentares inadequados tendem a transferir isso ao pet.
Excesso de petiscosOs "extras" não devem superar 10% da quantidade calórica diária.
Comida caseiraNão oferecer comida caseira sem orientação especializada
Ração em quantidade exageradaImportante seguir a recomendação do médico veterinário ou de consumo diário indicada na embalagem do alimento.
HumanizaçãoAnimais e humanos têm necessidades alimentares diferentes e isso deve ser respeitado.
SedentarismoSeguir recomendações do médico veterinário ao promover atividade física diária com passeios ou brincadeiras.
IdadeCães com idade mais avançada e gatos adultos jovens são mais suscetíveis.
SexoEstudos apontam que as fêmeas têm mais predisposição ao ganho de peso. Redobre a atenção.
CastraçãoA obesidade é mais frequente em animais castrados.
Predisposição genéticaHá raças mais suscetíveis, como Labrador, Beagle, Basset hound, Dachshund, Cocker etc
Distúrbios de comportamentoAnsiedade por causas diversas (como solidão) pode causar um apetite voraz. Os animais precisam de atividade para manter sua saúde física e mental.
Doenças hormonaisHipotireoidismo e hiperadrenocorticismo podem levar entre outros problemas à obesidade, e uma vez diagnosticados devem ser tratados


Segundo o médico veterinário, é importante fazer uma avaliação nutricional completa do pet. Estudos atuais determinaram que essa prática deve se tornar rotina, pois é considerada o quinto sinal vital dos animais, ou seja, é tão importante como parâmetro de saúde do animal quanto a temperatura, frequência cardíaca e respiratória. “Somente a partir desta avaliação é que será possível indicar qual o alimento ideal de acordo com as condições clínicas do animal”, finaliza Silva.

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quinta-feira, 26 de setembro de 2019

7 curiosidades sobre gatos



Você que tem gatinhos já consegue perceber o quão incríveis são estes seres, não é verdade? Mas talvez não conheça alguns fatos interessantes sobre estes pequenos felinos que vamos citar agora. Preparado?

1) Em termos de desenvolvimento, o primeiro ano da vida de um gatinho é equivalente aos 15 primeiros anos da vida de um ser humano.

2) Os gatos podem girar suas orelhas em 180 graus. Uau!

3) Gatos costumam ouvir cinco vezes mais do que humanos. Cuidado com o barulho!

4) Gatos domésticos costumam passar cerca de 70% de suas vidas dormindo.

5) Gatos têm 5 dedinhos nas patas da frente, mas apenas 4 nas patas traseiras.

6) Muitas pessoas acreditam que se você sonha com um gato branco, trata-se de um sinal de sorte (a gente acredita que sonhar com qualquer gatinho, independente da cor, é um sinal de sorte e aconchego, não acha?)

7) Os "miaus" que os gatos falam não fazem parte de sua linguagem original. Eles foram desenvolvidos para a comunicação dos bichinhos com os humanos. Espertos, hein?

Fonte: site da Purina

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  1. Meows are not innate cat language—they developed them to communicate with humans!

quinta-feira, 5 de setembro de 2019

Entenda a importância da vermifugar seu gatinho


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Embora muitos tutores não deem a devida atenção à vermifugação de seus gatinhos e cães, esse cuidado com os animais de estimação é muito importante para que não fiquem vulneráveis à exposição aos parasitas gastrointestinais e também para evitar a transmissão desses parasitas aos tutores. Sabe-se que a relação entre pet e tutor é bastante estreita, e essa proximidade pode possibilitar a transmissão de verminoses dos animais para seus tutores, quando os pets não estão devidamente vermifugados.

Os parasitas são organismos que infectam outros seres vivos para retirar desses os meios para a sua sobrevivência como nutrientes da alimentação ou sangue do animal. O contato e a infestação por diferentes espécies de vermes de cães e gatos podem ocorrer em várias situações, como por exemplo, durante os passeios, quando os animais entram em contato com água, comida e fezes contaminadas por ovos ou larvas dos parasitas. Também pode ocorrer de outras formas, como por meio da picada de mosquito que alberga a larva do parasita, pela ingestão de pulgas contaminadas, e até mesmo pela transmissão placentária ou pelo leite durante a amamentação, quando a mãe está infectada.

De acordo com a Coordenadora de Desenvolvimento de Produtos Pet da Vetnil, Dra. Carla Coiro, os sinais clínicos podem variar de acordo com o parasita, porém 
um dos primeiros sintomas é a presença de diarreia com odor forte e perda de peso. Em alguns casos, pode haver a presença de sangue nas fezes, e essa perda de sangue pode resultar em quadros graves de anemia. A presença de abdômen volumoso, cansaço excessivo ou indisposição, perda de brilho nos pelos, que ficam opacos e quebradiços, também fazem parte dos sinais mais comuns. “Se alguns desses quadros forem identificados no seu cão ou gato, deve-se procurar atendimento veterinário o quanto antes para minimizar os riscos à saúde do seu pet”, afirma.

É fundamental instituir um calendário de vermifugação preventiva junto ao médico veterinário. Em geral, a primeira vermifugação é realizada com quatro semanas de vida e normalmente os protocolos instaurados envolvem a administração de duas a três vezes ao ano do vermífugo, dependendo do estilo de vida e dos locais, em que o animal é exposto, repetindo sempre a dose inicial após 15 dias. Nas fêmeas em reprodução, o indicado é realizar a vermifugação 10 dias antes do parto e três a quatro semanas pós-parto”, complementa Dra. Carla.

“Escolher, junto ao médico veterinário, um vermífugo de amplo espectro, impedirá a infestação e as possíveis reinfestações em várias situações, protegendo e conferindo a saúde e o bem-estar do pet”, orienta ainda Dra. Carla Coiro.
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